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domingo, 26 de junho, 2022

Cientistas mostram preocupação com possível nova variante do zika

Combate ao Aedes aegyptiDivulgação/ Alexandre Carvalho

Apesar do recente alerta, especialistas ouvidos pelo GLOBO concordam que o Brasil não deve viver uma nova emergência médica provocada pelo zika como a de 2016. Entre os motivos, está a imunidade natural de pessoas já infectadas, sobretudo no Nordeste, onde houve prevalência de casos. A vigilância epidemiológica também poderia atuar para dar respostas mais rápidas nessa situação.

Nesse cenário, o Nordeste tem sido o mais afetado neste ano, mostram dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, publicado nesta semana. Sozinha, a região registrou 1.011 casos — mais de dois terços do total. Também registrou o maior avanço da doença, com 62% a mais que em igual período de 2021.

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Fonte: IG

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